terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Florais de Bach!

É uma terapia criada nos anos de 1928 a 1936, pelo Dr. Edward Bach, médico homeopatabacteriologista e imunologista.
A terapia floral pretende contribuir para o equilíbrio das emoções do paciente. Ou seja, procura diminuir ou eliminar o stress, depressão, pânico, desespero, sentimentos de culpa, cansaço físico ou mental, solidão, tristeza, indecisão, sensibilidade excessiva, ciúmes, ódio, mágoas, todos os tipos de medos, ansiedades e preocupações que uma pessoa esteja sofrendo.
Essência floral ou elixir floral é a denominação convencional para um preparado natural, geralmente elaborado a partir de flores maduras, plantas ou ainda arbustos ao qual se agregabrandy ou álcool natural como conservante. O resultado é uma solução hidroalcoólica diluída que não possui princípios ativos e que por este motivo não apresenta nenhum efeito fisiológico, biológico ou orgânico. Os preparados normalmente se administram via oral e não apresentam toxicidade para as doses habituais.
Muito se diz sobre os Florais, porém, para quem não conhece, pode confundir-se no que toca à região de atuação do Floral. Supostamente, os Florais atuam numa região muito pouco explorada pela ciência, o Emocional.[carece de fontes] Os seus defensores argumentam que um remédio antidepressivo, por exemplo, não age na causa da depressão e sim nos sintomas que a depressão produz.[carece de fontes]
Defensores dos florais argumentam que remédios curam doenças físicas, enquanto que os florais restabelecem os arranjos emocionais.
O Floral age em pontos como na origem emocional do medo, na origem emocional da ansiedade, na origem emocional da insegurança entre outros desarranjos emocionais.[carece de fontes]
Doenças físicas, em sua maioria, têm sua origem no emocional.[carece de fontes]
Existem diversos estudos científicos sobre a eficácia dos florais, como por exemplo o artigo científico "Avaliação dos efeitos centrais dos florais de Bach em camundongos através de modelos farmacológicos específicos" da Revista Brasileira de Farmacognosia, 2006, vol.16, n.3 [6] .

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